Leonardo, 20 anos, Rio de Janeiro - Brasil. Fico bêbado de sono. Sou viciado em chocolate. Choro de tanto rir. Me mato de tanta curiosidade. Abandono coisas ruins. Sofro por carência. Mudo só se for para melhor. Cuido do que amo. Tomo banho de chuva. Faço shows durante o banho. Planejo conversas que nunca serão ditas. Cultivo boas lembranças. Me imagino em filmes. Converso sozinho. Imagino situações que me trazem facilmente um belo sorriso no rosto. Sou indeciso e determinado. Estranho, não é? Vivo me contradizendo… Mudo tantas coisas, menos o meu caráter. Mas quer saber de uma coisa? Eu sou feliz assim.

 

Mas a gente espera, lá no fundo, perdido, soterrado e cansado, que a vida compense de alguma maneira.

Tati Bernardi.   (via salientada)

(Fonte: respirei)

Nenhum segundo a mais no despertador. Nenhum livro novo. Nenhum doce na geladeira. Nenhum sorriso cruzando a rua. Nenhum e-mail. Nenhuma gentileza. Nenhuma mensagem de aniversário. Nenhuma mensagem atrasada de aniversário. Nenhuma piada. Nenhum xingamento. Nenhum elogio. Nenhum barulho de grilo. Nenhum grito de medo. Nenhum acampamento na sala. Nenhuma mensagem no celular. Nenhuma ligação esperada. Nenhuma ligação inesperada. Nenhum aperto de mão sobrando. Nenhum nome faltando. Nenhum pedido atendido. Nenhuma pizza paga. Nenhum drink oferecido. Nenhum sorvete derretido. Nenhuma bochecha corada. Nenhum centavo ganho. Nenhum amor inteiro. Nenhum amor parcelado. Nenhum queixo sujo de brigadeiro. Nenhuma coberta quente. Nenhum sofá com marcas de uso. Nenhum badalar de sinos. Nenhuma nuvem em forma de cavalo no céu. Nenhuma ligação. Nenhum pedido de namoro. Nenhuma escova de dentes fora do pote. Nenhum lápis apontado. Nenhuma sombra. Nenhuma presença. Dias. Noites. Vida. Piloto automático.

Cinzentos.    (via unhopedd)

Se ele falou eu te amo muito rápido, tenha certeza que o adeus também vai ser.

Rafael Lemos   (via trovoes-da-madrugada)

(Fonte: resigno)

Era exatamente isso que eu queria para mim. Queria que as pessoas confiassem em mim, apesar de qualquer coisa que tivessem ouvido. E, mais do que isso, queria que me conhecessem. Não aquilo que pensavam saber a meu respeito. Mas eu de verdade.

Os 13 Porquês  (via lovituri)

(Fonte: exercendo)